5 edições da Playboy que não gostaríamos de ver


Maurren Maggi
A medalhista solitária não pode ser definida como tecnicamente feia, já que os anos de rotina espartana trazem evidentes benefícios para qualquer coxa ou bunda, mas falemos sério, nossa pula-pula da estrela está longe de ser uma Isinbayeva, vê-la nua só seria justificável para fins de realizar uma fantasia escolar do tipo ir com a CDF bagulhosa da primeira fila brincar de médico no banheiro.


Amy Winehouse
Limpa ou on the rocks, com corpo cheinho ou no modelo etíope-vai-à-boca, não dá. Amy não pode ser considerada mulher no sentido sexual da palavra. O simples ato de imaginar seu corpo sem roupa pode provocar uma fuga em massa das metrópoles e um grande congestionamento nas estradas que levam ao litoral.


Maggie Gyllenhaal
Para compor o clima sombrio do último filme do homem-morcego não bastava apenas desligar metade das luzes do estúdio e pintar as paredes de cinza. Era preciso eliminar do filme qualquer vestígio de mulher bonita (como se Morgan Freeman já não fosse capaz de anular qualquer esforço nesse sentido), então o único papel em que poderíamos ver uma chica boa na tela foi dado à Maggie que, por ser atriz gringa e ter outra cultura quanto a posar nua (e uma conta bancária dezena de vezes superior à de Débora Secco), graças a deus jamais pensará em sair pelada na Playboy.


Fernanda Young
Outra anti-mulher, Young é daquelas que só dá pra encarar bêbado, no final da festa, quando o pensamento racional já saiu na urina e pouco importa se o assunto da doida é a crescente belicosidade da política externa russa ou depilação íntima. Falando nisso, o único momento curioso de uma Playboy com a Young seria conhecer o modelo de seu corte. Nós apostamos em uma coisa meio Grace Jones com uma tatuagem desse tipo aqui complementando a parada.


Heloísa Perissé
Mesmo com o shape mais alinhado às exigências da moderna conjuntura, Heloísa ainda é gordinha e esse seria um daqueles ensaios da Playboy cheios de panos, lençóis ou poses da mulher em pé com os braços esticados pra cima, ou seja, uma droga. Mas, independente dela até ser bonitinha, Perissé corta o clima por lembrar demais uma atendente de McDonald’s.


Para limpar os olhos depois da abundância de meia-boca aqui no Placa, nós temos direito a uma Gisele Itié encarnando a versão mais gostosa de todos os tempos de Amy Winehouse.

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Meio gordo. @dodavilhena