Já balzaca e beirando o primeiro botox, Malu Mader certamente tem seu lugar de honra no imaginário das intocáveis nacionais. Sim, untouchable porque nunca cedeu às pressões da Playboy, nunca foi flagrada pagando chupeta pra ator de Malhação e também não foi vista se pegando com tipos como Dado Dolabella. Ao contrário, a tia escolheu um cara bacana com cara bocó e de uma banda que já prestou grandes serviços ao rock nacional.
Seguem então cinco Malus que para sempre estarão vivas em nossos corações ou não.
Paula Lee - Labirinto (minissérie, Globo, 1998)
Tentando reproduzir o clima de filmes policiais de perseguição e prova de inocência (tipo aquele horroroso em que o Kevin Costner é um espião russo disfarçado de marinheiro americano dentro do pentágono), a série contava com Malu interpretando uma mulher da vida de elite, dessas que a gente sempre ouve falar que ganham mais que executivo de multinacional, moram em loft e dirigem A3.
Logo no começo da trama, Paula sai da banheira e dá uma rápida canja do seu bundão. Na boa, é a única cena que interessa de toda a obra.
Fátima – Bellini e a Esfinge (filme, 2001)
Tentando reproduzir o clima de filmes policiais do tipo detetive loser que vai atrás de resolver a bisteca, a história contava com Malu interpretando Fátima, uma mulher da vida dessas que só fazem chupar a manga que o diabo descascou, ganham menos que uma diarista, moram em muquifo e andam de ônibus. Claro que a personagem não encontra paralelo na realidade, pois ninguém imagina uma piranha da raça Mader levando uma vida difícil, não é mesmo?
O vídeo é longo pra cacete, pra ver a Malu dançando e insinuando lesbianismo, pula logo pra 3:20.
Diana – A Justiceira (série, Globo, 1997)
Tentando reproduzir o clima das séries policiais americanas do tipo em que um fodão/fodona resolve as sacanagens do mundo com as próprias mãos, A Justiceira contava com Malu interpretando Diana, uma ex-policial federal dessas que passaram a vida fazendo greve e lutando por reajustes salariais, mas que se aposenta e resolve entrar para uma organização secreta (!) com o objetivo de combater a galera malvada e, quem sabe, arrumar um namorado vilão bonitão que ganhe melhor que um funcionário público.
Na chamada para este espisódio você fica sabendo que um dia a TV brasileira já produziu uma série – sem Os Trapalhões envolvidos - que falou em contrabando de material radiativo.
Márcia – O Dono do Mundo (novela, Globo, 1991)
Não tentando reproduzir absolutamente nada e sim admitindo ser apenas mais uma novela das 8 igual a qualquer outra, a trama contava com Malu interpretando Márcia, uma boboca inocente que na noite do casamento caiu no conto do Fagundes e foi esquentar a periquita no bigode alheio. Por se tratar de uma novela, é claro que a garota Mader não deixa pular peito ou cofrinho pra fora, a intenção aqui é mostrar a atriz no seu auge, quando era uma espécie de Alinne Moraes da época (convenhamos, com muito mais charme porque tem a cabeleira negra mais linda do universo célebre do país).
Na cena abaixo, já nos últimos capítulos, Márcia mostra toda a sua bundamolice ao cair pela segunda vez no papo do Fagundes. Fala sério.
Rosinha – Sem caráter [A Vida Como Ela É] (série, Globo, 1996)
Reproduzindo fielmente o clima das histórias sacanas do grande Nelsão Rodrigão nas quais as hipocrisias mundanas não resistem a uma saia pouco acima do joelho, esse episódio contava a história de Rosinha, uma mulher bem danadinha, casada com um bundão, mas que no final dá um bela colher de chá pro nosso amigo cornífero.
No vídeo temos pernas, peitinho e acho que uma bunda, procura aí, é divertido.




6 comments ↓
Vou cair num lugar comum, mas nunca houve uma mulher como Malu, nem na TV nem no cinema. A cara dela ficou enjoada na TV, daí a gata só foi fazer cinema, e cinema brasileiro sempre rola peitinho e palavrão.
O amigão não relacionou a melhor cena de Malu, que é do filme “O Invasor”, quando Marcos Ricca invade o background dela e aparece Malu no balancê de uma pegada de quatro.
Parabéns pelo texto íntegro sem usar a maldita piada do pai de Malu Mader. És quase um profissional, meu filho!
Nunca gostei da Maria de Lourdes. Morena, magra, sobrancelhuda sem sal. O sotaque forte de morro carioca também me irrita.
Atriz da Rede Globo é o máximo que se pode dizer da carreira dela. O marido, Tonny “Titã” Belloto, não tem cara de bocó. É bocó.
Não assisto filme nacional (nem que me paguem), mas aposto que devem ser produções ruins e tramas fracas com forte apelo a cenas de nudez e palavrões.
hahaha !!! esse tal de Titã deve ser paulista (pra falar de sotaque de morro carioca); viado (pra falar que ela é feiosa e sem sal); e músico frustrado (pra falar que o Toni é bocó - imagina: o cara é rico,roqueiro famoso, pegou a Malú…)
E vc, ô Titã ? Quem é vc ? Qual é a baranga que anda pegando ? Qual é o carro que dirige ?
A inveja é uma merda !!! uahuauhauhauhauhauhahauhhua !!!
Boa Kid concordo com vc esse titã aí deve ser um frustrado!!
Ora, cá estou escrevendo sobre as tristezas da vida e me chega a surpreendente notícia que mais um homossexual brasileiro de todo infame, para não dizer repugnante ( sou educado) exsurgi contra uma rapariga de tirar o fôlego! Outra coisa que igualmente não entendo é o tal denominar-se justamente um Titã! Fiquem sabendo pois, q
Desulpe é a idade… fiquem sabendo pois que não concordo. Escrevi Esaio sobre a cegueira ouvindo ” Cabeça Dinossauro”. Declarado meu repúdio e envio um grande beijo às fêmeas de todo Brasil, que ao longo de minha vida muitas comi e com tal gosto que de tudo posso esquecer-me menos disto.
J. Saramago.
Leave a Comment