
A vida dos pilotos de Fórmula 1 é dura. Os caras ficam quase o ano inteiro longe de casa, passam mais tempo em autódromos do que nos hotéis 5 estrelas a que todo ser humano tem direito, sofrem com as severas conseqüências da ação constante da força G sobre o corpo, correm risco de morte o tempo todo… Ô, trabalhinho insalubre. Uma coisa penosa, digna de filme do Walter Salles.
Pois para alguns, esse sofrimento pode ser ainda maior. Vejam esse tal de Jenson Button, por exemplo. No início do ano, ao assinar contrato com a Brawn GP ele teve que aceitar uma redução de 50% no salário, em comparação com o que ele ganhava na Honda no ano passado. De 15 milhões de dólares, passou a receber 7 milhões e meio. Um acinte! Um desrespeito ao trabalhador!
E não é que o tal Button superou todas as agruras de sua vida, o orçamento apertado, o fato de ser um azarão em meio a Ferraris e McLarens, e conseguiu ser campeão mundial? É um vitorioso, é gente de fibra, gente que faz. Ouvi dizer que Lula se viu na história de vida do inglês.

Só que nem tudo é perfeito. Jenson Button vai voltar pra casa e encarar uma mulher horrorosa, a quem chama de namorada. Jessica Michibata, 24 aninhos, top model filha de mãe japonesa e pai argentino. Atriz de TV lá do outro lado do mundo, provavelmente beneficiada por uma cota para gente feia que o governo nipônico deve ter inventado. Cansado de uma temporada desgastante, ele ainda tem que aturar essa japinha oferecendo massagem nos pés (coisa na qual ela diz ser uma especialista).

E aí, quer trocar de lugar com o cara?






Ja tinha visto ela pela notícia no Uol e realmente q sacrificio faz esse Button hahhaha
Quanto a verba apertada, com um salario desses poderia reduzir em 50% o salário umas 5 vezes na temporada q ainda tava bom.
Ô DÓ DANADA.